Mitologia Grega
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Heróis e lendas da mitologia grega

 

Principais heróis

Heróis e a maioria dos seres mortais também possuem uma grande parcela de importância, tanto quanto os deuses da mitologia grega.

hotblack_20071020_blaircastle-69aHéracles

Também conhecido como Hércules pelos romanos, esse famoso herói da mitologia grega era corajoso e sempre disposto a ajudar os que precisavam. Héracles era um semideus, filho de Zeus e Alcmena, uma mortal. Volúpia e Virtude, certa vez, tentaram seduzi-lo. A primeira prometeu uma vida prazerosa e tranquila; a segunda, uma vida de trabalho e de glórias. O amor de Virtude foi o escolhido.

Dentre tantas aventuras vividas por Héracles, uma delas e a mais importante foi o cumprimento dos Doze Trabalhos. Um deles foi matar Hidra, um monstro mitológico que possuía várias cabeças de serpente. Quando uma de suas cabeças era cortada, outra nascia imediatamente no mesmo lugar.

Limpar o estábulo do rei Augéis também foi outro desafio. Um rebanho ficava nesse estábulo, então uma grande sujeira era acumulada. Engenhosamente, Héracles desviou o curso do rio Alfeus para que suas águas limpassem tudo.

Agora, sua maior proeza foi a de descer ao reino de Hades, onde habitavam os espíritos dos mortos, para capturar o cão de guarda Cêrberos. Ao fazer isso, o semi deus venceu a própria morte.  

Aquiles

Aquiles era uma excelente guerreiro. Com muitas facilidades, participou da Guerra de Troia, onde foram vitoriosos. Seu único ponto fraco era o calcanhar; logo, morreu ao ser atingido por uma flecha envenenada justamente nesse local por Páris.

Teseu

Filho do Rei Minos que, auxiliado por Ariadne, mata o Minotauro no labirinto de Creta.

Perseu

Herói que cometeu a façanha de matar, decapitando, a Medusa, monstro mitológico.

 

Normalmente, os grandes heróis é que tinham direito a viver bem depois da morte. Ao invés de irem para o reino subterrâneo do deus Hades, eles rumavam para o Campo Elísios.

 

Principais lendas

A Guerra de Troia

dreamstimefree_10404643aDescrita pelas narrativas de Homero, a Guerra de Troia ocorreu da seguinte maneira:

Eis que um dia, três deusas do Olimpo, lugar onde moravam as divindades gregas, decidiram disputar qual delas era a mais bela. As concorrentes eram: Afrodite, deusa do amor; Atena, deusa da sabedoria; e Hera, esposa de Zeus, o principal deus. Caberia a um juiz, um jovem rapaz da cidade de Troia (localizada na Ásia Menor) chamado Páris, a decisão.

A disputa entre as deusas estava acirrada e cada uma delas queria ganhar. Logo, as três trataram de oferecer presentes a Páris. Hera promete um reinado; Atena, torná-lo o mais sábio dos homens e, por fim, Afrodite, decidindo lhe gratificar com a mulher mais bela do mundo. A decisão para Páris estava difícil. Ele deveria escolher entre o poder, a inteligência e o amor.

A escolha foi pela mulher mais bela. Então, premiou Afrodite com uma maçã. O problema dessa história é que a mais bonita dentre as mulheres se chamava Helena, já casada com Menelau, rei grego. Entretanto, a deusa não deixou de cumprir sua promessa. Afrodite ajudou Páris a ficar com Helena, levando-a para Troia.

Esse acontecimento repercutiu graves consequências. Menelau recebeu auxílio de todos os chefes gregos, que se prontificaram a juntar tropas e rumar para a Troia em busca de sua conquista. Isso gerou uma guerra que duraria dez anos.

Dentre os gregos, havia muitos heróis, fortes e destemidos guerreiros e líderes como: Ajax, Diomedes e o rei Agamenon, comandante dos gregos-aqueus. Contudo, o mais belo e forte dentre todos os outros era Aquiles. Para ele, foram oferecidas duas opções pelos gregos: morrer de velhice depois de uma vida comum e igual a de outras pessoas, ou morrer jovem, mas coberto de glórias. Aquiles decidiu pela vida curta e cheia de emoções memoráveis, ou seja, queria se tornar imortal pelos seus feitos.

Lutando com intensa bravura, Aquiles matou Heitor, principal herói troiano. Todavia, esse guerreiro, apesar de suas primorosas qualidades, também possuía um ponto franco: o famoso calcanhar de Aquiles. Eis que quando ainda bebê, o guerreiro foi banhado por sua mãe em um rio mágico, que a partir daí, deixava seu corpo totalmente protegido de qualquer ataque. Porém, sua mãe o segurava pelos calcanhares para mergulhá-lo no rio, ou seja, essa era a única parte desprotegida de seu corpo.

Sabendo que esse era seu ponto fraco, o covarde Páris atirou uma flecha envenenada justamente nesse lugar. Aquiles, apesar ter morrido por conta desse ataque, conseguiu o que mais almejava: morrer jovem, mas glorioso.

No final da guerra, quando os gregos já se encontravam completamente exaustos, Ulisses mostrou que a vitória não estava do lado da força, mas da inteligência. Então, teve a seguinte ideia: construir um enorme cavalo de madeira que seria deixado de presente para os troianos, enquanto, hipoteticamente, os gregos embarcavam nos navios de volta para casa. E é exatamente desse contexto que surge a expressão, advinda dos tempos de Homero, “presente de grego”.

Sem desconfiar da estratégia, os troianos pegaram o cavalo e o puseram para dentro dos muros da cidade. Durante a madrugada, enquanto dormiam após a comemoração da imaginada fuga dos gregos, os guerreiros, que estavam escondidos dentro do monstruoso cavalo, resolveram atacar. Em absoluto silêncio, mataram as sentinelas que guardavam o portão da cidade e a abriram para a entrada dos companheiros que haviam retornado. Conforme o plano de Ulisses e depois de tanto tempo, os troianos finalmente foram dominados.

Caixa de Pandora

Criada por Zeus como parte de um castigo a Prometeu, um titã, Pandora foi a primeira mulher mortal. Prometeu, por ter revelado o segredo do fogo para a humanidade, ficou tentado e casou-se com Pandora, uma criatura com várias qualidades de diversos deuses, inclusive o poder de sedução da deusa Atena.

De acordo com a história mitológica, Pandora resolveu abrir sua ânfora (verdadeiro nome da caixa). Nessa caixa, estavam todos os males da humanidade: vícios, doenças, loucura, pobreza, pragas, violência, crimes, etc. O mito descreve que a harmonia existira até aquele momento em que as desgraças foram libertadas.

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